Corpo de Bombeiros notifica mais de 100 lojas em shoppings da cidade

Falta do alvará de funcionamento e vencimento do documento foram os principais problemas encontrados
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ANDRÉ SILVA

Mais de 100 lojas de shoppings de Macapá foram notificadas pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBM) na tarde de terça-feira, 10, e pela manhã desta quarta-feira, 11. Os principais problemas encontrados foram a falta do alvará de funcionamento da corporação e o documento vencido.

Cerca de 20 bombeiros militares, entre oficiais e tenentes, participaram da vistoria que vem sendo feita desde o ano passado. A equipe do CBM percorreu por todas as lojas do Macapá Shopping, no Centro, e do Amapá Garden, na Rodovia JK. Nos dois empreendimentos, as infrações eram as mesmas: alvará vencido e a falta do documento.

Vistoria dos Bombeiros percorreu dois shoppings de Macapá. Fotos: André Silva

Vistoria dos Bombeiros percorreu dois shoppings de Macapá. Fotos: André Silva

No Macapá Shopping, 74 lojas estavam com o alvará vencido, 10 em processo de legalização e apenas 5 estavam com a documentação em dia. Já no Garden Shopping foram notificadas 48 lojas por funcionar de forma irregular. 

Tenente Paulo Sampaio

Tenente Paulo Sampaio: queremos saber se as lojas estão de acordo com as normas estabelecidas pelos Bombeiros do Amapá

“Nosso objetivo aqui é vistoriar as lojas para saber se elas possuem alvará de funcionamento e os dispositivos de segurança contra incêndio e pânico. Caso elas não tenham esses dispositivos, serão notificadas a se adequarem ao padrão exigido”, explica o tenente Paulo Sampaio.

Os shoppings possuem os sistemas de segurança que, segundo o tenente, vai até a porta das lojas. “Da porta para dentro é responsabilidade dos lojistas”, completa o tenente.

Os estabelecimentos devem possuir além dos extintores, detector de fumaça, splinters de água contra incêndio e sistema de alarme. Caso elas não tenham esses dispositivos, terão que se adequar às normas do CBM e apresentar uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), obrigatório as lojas.

“Vamos passar a informação para o dono da empresa e com certeza ele vai regularizar a situação. Será bom para a nossa segurança e para a do cliente”, comentou o vendedor Aloísio Gomes, de 24 anos.

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