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DA REDAÇÃO

O aumento de casos de febre chikungunya assusta. De acordo com os dados divulgados na manhã desta terça-feira, 3, pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde do Estado (CVS), já foram confirmados 170 casos, mas de acordo com informações do próprio  coordenador da Divisão Epidemiológica esses números podem ser multiplicado por seis, tudo por conta das subnotificações.

“Esses indicadores estão dentro dos parâmetros esperados. Agora o que preocupa é que estamos com uma subnotificação altíssima nos municípios, principalmente nos municípios de Macapá e Santana que são os maiores”, explica o coordenador Emanuel Bentes.

Segundo o coordenador, as unidades de saúde não têm feito o acolhimento de modo diferenciado dos casos suspeitos. Como as consultas são pré-agendadas, as pessoas acabam indo para as unidades de emergência e o que era suspeita acaba não sendo notificado.

“Outro problema que estamos tentando mediar é a questão da comunicação entre as secretarias municipais de Saúde e o Laboratório Central do Estado (Lacen), por que ele ainda é o único posto de coleta que temos dentro do estado”, comenta o coordenador.

Tratamento

Não há um tratamento para curar a infecção transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, nem vacinas para preveni-la. O tratamento é paliativo, com uso de antipiréticos e analgésicos para aliviar os sintomas. Se as dores articulares permanecerem por muito tempo e forem intensas, uma opção terapêutica é o uso de corticoides.

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