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MANOEL DO VALE

Um grupo de aproximadamente 60 artistas ocuparam na tarde desta quarta-feira, 18, a sede do Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Nacional (Iphan) em Macapá. Foi um protesto contra a extinção do Ministério da Cultura e da Secretaria de Cultura do Amapá (Secult).

Com a ocupaçāo do Iphan foi a 12ª em todo o país, mas durou poucas horas. O prédio foi desocupado, mas servirá de uma espécie de escritório do movimento de resistência “contra os retrocessos quem vêm se seguindo ao golpe”, declarou Paulo Zap, membro do Conselho Nacional de Políticas Culturais.

Para dar visibilidade ao movimento, os artistas deverão criar uma agenda de intervenções artísticas na cidade e de denuncia em todos os shows, exposições, e espetáculos individuais para conquistar o apoio da população.

“Assim como no Amapá, no Maranhão, e em vários outros lugares, por conta da crise econômica brasileira, ela vem justificar o corte na cultura, como se a cultura não estivesse sempre em crise justamente pelos baixos investimentos”, criticou Josimar Barros.

Já ficou decidido que de sábado para domingo haverá uma ‘virada cultura’. A Avenida Henrique Galúcio, no Centro de Macapá, onde fica o escritório do Iphan, será fechado para as apresentações. 

 

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