Compartilhamentos

ANDRÉ SILVA

Quem mora na Zona Norte de Macapá ou trafega por ali todos os dias, seja de carro, moto ou de ônibus, sabe como fica o trânsito em horário de pico na Rua Guanabara, próximo a Ponte Sérgio Arruda, no Bairro Pacoval. Em dia de Feira do Agricultor, então, é aquele sufoco, desabafam os motoristas.

N Fotos: André Silva

Cerca de 50 mil veículos passam por esse trecho da cidade. Fotos: André Silva

“É assim todos os dias. Chega esse horário é essa lentidão no trânsito. Às vezes esse engarrafamento vai até o Ciosp. Agora, depois de um tempão, decidiram ligar esse outro semáforo, que na minha opinião só vai piorar a situação”, queixou-se o comerciante Rui Panfilho, 53 anos.

O trecho de maior conflito no trânsito vai do início da Rua Guanabara até a esquina da Avenida Acre, antes da Feira do Agricultor. Além de dois semáforos, que ficam a menos de 200 metros de distância um do outro, ainda tem uma faixa de pedestre, o que dá segurança ao pedestre, mas, por outro lado, deixa o trânsito mais lento.

“Essa é a pior hora do dia para mim. Quando venho do trabalho penso que o pior já passou, mas não é nada disso”, conta dona Edilene Barros, de 29. Ela mora no Bairro São Lázaro e trabalha no Centro de Macapá.

Cerca de 50 mil veículos passam pela Avenida Guanabara todos os dias em direção a Zona Norte da cidade. O semáforo que foi ligado essa semana, segundo os moradores, já havia sido instalado há mais de dois anos.

Segundo o diretor de Trânsito da Companhia de Trânsito de Macapá (CTMac), Jaguarecê Gemaque dos Santos, a demora no funcionamento do equipamento foi por conta de um cabo para interligar os aparelhos.

Segundo o diretor, a tendência é que o trânsito fique mais lento, porque o número de veículos em Macapá já ultrapassou a marca de 160 mil carros.

Compartilhamentos