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OLHO DE BOTO

Pela segunda vez em pouco mais de uma semana, um corpo foi encontrado próximo ao Complexo Beira-Rio, em pleno corredor turístico da orla de Macapá. Ao contrário do primeiro caso no dia 23 de maio, que pareceu um acidente, a suspeita de assassinato não foi descartada.

O corpo foi encontrado por volta das 5h por um vigilante do Trapiche Eliezer Levy que fazia a ronda no local com uma lanterna, já que o trecho é bastante escuro.

Corpo tinha uma mancha de sangue ao lado. Fotos: Olho de Boto

Corpo tinha uma mancha de sangue ao lado. Fotos: Olho de Boto

 

“Pensei que era um boneco de plástico. Quando a maré baixou eu vi que era um corpo e chamei uma viatura. Antes eu não vi qualquer movimentação”, comentou o vigilante João Evangelista.

O corpo estava bem próximo do buraco que serve de abrigo para usuários drogas, embaixo do trapiche, mas o local tem estado vazio, segundo o vigilante.

“Era uma perturbação, mas graças a Deus agora tá bem tranquilo”, diz Evangelista.

Corpo estava ao lado do trapiche

Corpo estava ao lado do trapiche

Curiosos acompanham o trabalho da Polícia Militar

Curiosos acompanham o trabalho da Polícia Militar

A vítima estava com uma carteira de identidade em nome de Eládio Dias Baía. O corpo estava com manchas de sangue ao lado, e a cabeça estava perto de pedras. 

Também há a tese de que ele tenha caído e se ferido gravemente, contudo, só o laudo da Polícia Técnica do Amapá (Politec) vai confirmar o que houve. O corpo dele foi removido por volta das 7h. Nenhum parente compareceu ao local.

Curiosos e pessoas que faziam caminhada na orla acompanharam o trabalho da polícia lamentaram.

“Contrasta com a beleza do lugar essa violência”, disse o pesquisador Edmido José Borges, que está fazendo um trabalho na capital há 5 meses. 

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