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DA REDAÇÃO

Dados da Maternidade Mãe Luzia, a única maternidade pública do Amapá, revelam que 18 crianças nasceram com sífilis congênita entre janeiro e abril deste ano. Houve redução em relação ao primeiro quadrimestre do ano passado, quando 24 bebês nasceram com a doença.

A sífilis congênita é transmitida pelo sangue da gestante que não foi tratada corretamente. O contágio para o bebê ocorre no momento do parto. Mas durante a gestação a doença pode causar malformações e até a morte dos fetos.

Os médicos da maternidade consideram que a redução dos casos ocorreu em função da parceria entre Estado, municípios e a Rede Cegonha, que prioriza o pré-natal e os cuidados até depois do parto.

“Recebemos mulheres que nem se quer fazem o pré-natal. Na maioria dos casos, o diagnóstico de sífilis é dado aqui pela maternidade”, relatou o responsável pelo setor de ginecologia da maternidade, Carlos Filho.

Depois do diagnóstico a mulher e o parceiro recebem medicação. O tratamento é realizado com antibióticos. Os bebês infectados precisam ficar internados no mínimo 10 dias para que todo o tratamento seja realizado.

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