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SELES NAFES

O ex-deputado estadual e atual secretário de Transportes do Amapá, Jorge Amanajás (PPS), anunciou nesta quarta-feira, 1º, que não disputará mais a prefeitura de Macapá nas eleições de outubro deste ano. A candidatura foi inviabilizada pela condenação de Amanajás no julgamento de uma das ações da Operação Eclésia.

“Preciso me dedicar a reverter essa condenação, e não conseguiria me dedicar a fazer campanha e cuidar disso. Então desisto da candidatura mesmo sabendo que já estava liderando. Também preciso concluir algumas obras que a Setrap está conduzindo”, justificou. “Agora caberá ao governador escolher que candidato será lançado”, acrescentou.

Jorge Amanajás, Eider Pena e Moisés Souza foram condenados por desvio de R$ 820 mil de um contrato da Assembleia com uma empresa por meio de fraude em licitação. O julgamento ocorreu no dia 18 de maio em processo movido pelo Ministério Público do Estado. O serviço também não teria sido realizado. (veja a reportagem)

A condenação foi de 6 anos de prisão e perda da função, além do ressarcimento do dano. A sentença também significa a perda dos direitos políticos já que Amanajás passa a ser incluído na Lei da Ficha Limpa. Hoje era o último dia prazo previsto na Legislação Eleitoral para que secretários de primeiro escalão com pretensões eleitorais se desincompatibilizassem do cargo.

A saída de Amanajás abre espaço para o deputado Ericláudio Alencar, líder do governo na Assembleia Legislativa, e ao vereador João Henrique, ambos do PDT, além do ex-senador Gilvan Borges (PMDB).

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