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DA REDAÇÃO

Acusado de provocar danos ambientais, o Ministério Público do Amapá (MP-AP) ofertou denúncia contra o prefeito afastado de Laranjal do Jari, Walber Queiroga de Souza. A ação constatou que Queiroga desmatou área florestal considerada de preservação permanente.

Prefeito afastado, Queiroga

Afastamento de Walber Queiroga também se deu por crime ambiental, em novembro de 2015

O promotor de Justiça Rodrigo Cesar Viana de Assis, titular da promotoria do município, foi quem assinou a ação. A Promotoria constatou, mediante perícia em abril de 2015, que o prefeito afastado havia desmatado cerca de 0,41 hectares em área de preservação ambiental localizado no ramal conhecido por “Tio João”.

O afastamento de Queiroga também se deu por crime ambiental, em novembro de 2015, quando foi apurado que o prefeito se utilizou de funcionários, máquinas e equipamentos públicos para trabalhos em seu terreno particular de recreação, localizado no ramal conhecido por “Sombra da Mata”, também em Laranjal do Jari.

“Esta mesma área deu causa a uma ação de improbidade que culminou com o afastamento do então prefeito, demonstrando-se assim o descaso completo, não apenas com a coisa pública, mas também com as questões ambientais”, ressaltou o promotor Rodrigo Assis.

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