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DA REDAÇÃO

A diretoria do Santos Esporte Clube, campeão amapaense de 2015, proibiu os jogadores de dar entrevistas. É uma espécie de protesto contra o atraso no pagamento da premiação pelo título do ano passado.

O prêmio é de R$ 200 mil, e seria paga como incentivo pelo governo do Estado. O campeonato terminou em setembro com o tricampeonato do Peixe da Amazônia.

“Não vão dar mais nenhuma entrevista, enquanto o governo do Estado não pagar. Era para ter sido pago logo depois do campeonato, e depois deram uma previsão até março, durante as competições nacionais, e nada foi resolvido”, comenta o presidente e técnico interino do Santos, Luciano Marba.

Marba tem dirigido o time dentro e fora de campo, tanto no estadual, onde o time lidera, quanto na Série D do Brasileirão, onde ocupa a última colocação.

“Esse prêmio poderia ter nos ajudado a contratar reforços, mas não pudemos fazer isso. Estamos disputando todas as partidas com os jogadores na maioria do sub20”, queixou-se Marba.

O site tentou contato com o secretário de Desporto e Lazer, Edinoelson Trindade, o ‘Careca’, mas ele não retornou as ligações. 

Neste domingo,  o Santos entra em campo contra o Águia de Marabá (PA) pela Série D. A partida será às 17h no Estádio Zerão.

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