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SELES NAFES

Agora é definitivo. O ex-senador Gilvam Borges (PMDB) será mesmo o candidato do governo na disputa pela prefeitura de Macapá. As esperanças do deputado estadual e delegado de polícia Ericláudio Alencar (PDT) terminaram na sexta-feira, 22, durante uma conversa com o governador Waldez Góes.

Depois da desistência do deputado federal Roberto Góes (PDT), que era praticamente uma unanimidade dentro do partido, veio a condenação de Jorge Amanajás (PPS) e depois a incerteza sobre o vereador e ex-prefeito João Henrique (PDT), incluído na lista de inelegíveis do Tribunal de Contas da União (TCU).  Nesse novo cenário, Ericláudio passou a ser o principal rival de Gilvam na disputa pela indicação do governo.

Ericláudio Alencar tinha apoio dentro do PDT e do próprio governo. Foto: Arquivo

Ericláudio Alencar tinha apoio dentro do PDT e do próprio governo. Foto: Ascom

O nome do deputado passou a ganhar apoio maciço dentro do próprio governo e entre aliados quando o PDT começou a constatar nas pesquisas internas que Ericláudio era mais viável que Gilvam Borges, especialmente por causa da baixa taxa de rejeição e margem de crescimento.

Gilvam Borges caminha pelas ruas de Macapá em pré-campanha: agora é encontrar um vice

Gilvam Borges caminha pelas ruas de Macapá em pré-campanha: agora é encontrar um vice. Foto: Seles Nafes

Apesar de tudo, na conversa da última sexta, Waldez deixou claro que precisava cumprir o acordo com Gilvam firmado ainda na eleição de 2014.

Ao deputado não restou outra alternativa se não acatar a ordem de Waldez, que também é o presidente do PDT, e esperar as eleições de 2018, quando poderá tentar a reeleição, mas com possibilidades de concorrer ao Senado.

A Gilvam cabe agora fortalecer o arco de alianças que já conta com 4 partidos, mas ainda falta escolher o vice.

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