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CÁSSIA LIMA

A mesa diretora eleita antecipadamente para 2017/2019, que tinha o deputado Kaká Barbosa (PT do B) como presidente, renunciou coletivamente na manhã desta terça-feira, 16, causando confusão nas galerias da Alap. Ninguém entendia o que ocorria. 

Só no fim da manhã veio a explicação oficial: se não houvesse a renúncia e a anulação da eleição, Kaká teria que assumir o comando da Casa novamente em fevereiro do ano que vem. O problema é que ele não tem apoio político para isso. No início do mês, Kaká foi obrigado a renunciar pelos demais membros da mesa.  

A nova renúncia coletiva ocorreu por volta das 11h20min. A deputada Edna Auzier (PROS) chegou a anunciar que esperava por um documento. Quando ela começou a leitura do texto, todos ficaram atônitos.

“Os membros eleitos para a terceira legislatura renunciam coletivamente aos seus cargos e já convocam todos os deputados para a eleição no dia 25 desse mês”, leu a deputada Edna Auzier.

A sessão foi presidida pela primeira vice-presidente, a deputada Roseli Matos (DEM).

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