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DA REDAÇÃO

A Coligação ‘Pra Reconstruir Santana’ lançou uma nota repudiando o pedido de cassação da candidatura de Isabel Nogueira (PT) feito pelo Ministério Público Eleitoral. E classificou de “tentativa desleal e seletiva de inviabilizar a candidatura”.

“Não há prova de que Isabel tenha sido beneficiada por qualquer programa ou utilizou o seu programa eleitoral para ofender ou denegrir a imagem de qualquer candidatura em disputa, pelo contrário, está sendo atacada injustamente por ser a única candidatura que está em pleno crescimento, muito próximo da vitória”, diz a nota.

O promotor Adilson Garcia ingressou com ação de investigação judicial eleitoral pedindo a retirada do ar do programa ‘Santana em Debate’, da rádio Onda Livre FM, apresentado pelos radialistas Heverson Castro e Richard Duarte.

Ação do promotor Adilson Garcia diz que houve abuso dos meios de comunicação. Foto: MPE

Ação do promotor Adilson Garcia diz que houve abuso dos meios de comunicação. Foto: MPE

Os dois já haviam sido advertidos pelo MPE sobre os ataques aos adversários da petista na disputa pela prefeitura, especialmente contra Marcivânia Flexa (PC do B) e Robson Rocha (PR).

O promotor pediu a inelegibilidade de Isabel e dos dois radialistas por 8 anos, aplicação de multa de R$ 10 mil para cada, e a cassação do registro de candidatura de Isabel por abuso dos meios de comunicação.

A coordenação da campanha da petista politizou a ação do MPE, afirmando que “o crescimento de sua candidatura espantou e ameaçou candidatura de salto alto, do já ganhou”.

“O povo sabe que a Isabel não tem qualquer participação direta ou indireta com qualquer ofensa ou abuso nos meios de comunicação, e muito menos tentou ofender qualquer candidatura em disputa, usando o seu espaço apenas para apresentar as suas propostas de governo para a sociedade santanense”.

A nota termina afirmando que coligação acredita que a Justiça Eleitoral julgará pela improcedência da ação por falta de provas.

“Reafirmamos que se trata de mais uma das perseguições políticas que sofremos, sempre em pleno período eleitoral”.

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