Compartilhamentos

CÁSSIA LIMA

Debates sobre os conselhos comunitários de segurança e a filosofia de polícia dominaram o segundo dia do I Seminário de Segurança Pública do Amapá, nesta quinta-feira, 22, em Macapá.

O seminário é voltado para policiais, colaboradores da segurança pública, conselhos comunitários e estudantes.

“Nosso objetivo é criar propostas que contribuam para a melhoria da segurança pública, seja na comunidade, no comércio e na escola. Queremos ouvir a sociedade e viabilizar propostas que sejam aplicadas desde a polícia militar até outras instituições”, destacou o secretário de Justiça e Segurança Pública, coronel Gastão Calandrini.

Coronel Gastão Calandrini: ouvir a sociedade

Coronel Gastão Calandrini: ouvir a sociedade

Representante de comunidade rural pediu mais policiamento

Representante de comunidade rural pediu mais policiamento

Para a assistente social Sílvia Moreira Fernandes, os assuntos são relevantes, mas os principais envolvidos não estão nos debates.

“Esse debate precisa ser ampliado para as outras entidades da sociedade. Não só policiais, mas também escolas, pais, associações e espaços onde os jovens estejam. Estamos falando de políticas públicas para crianças, adolescentes e porque eles não estão aqui. Não basta culpar, temos que ouvi-los”, frisou.

Assistente social Sílvia Moreira: ampliar o debate

Assistente social Sílvia Moreira: ampliar o debate

De acordo com a Sejusp, poluição sonora e violência doméstica estão no topo das denúncias no Amapá. A proposta do seminário é debater esses dados e elaborar uma carta de sugestões no fim do evento. O documento será encaminhado aos órgãos públicos.

O seminário abriu na quarta-feira, 21, tratando de violência, e termina na sexta-feira, 23, abordando violência escolar. O evento acontece no Centro de Convenção João Batista Picanço.

Compartilhamentos