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CÁSSIA LIMA

No domingo, dia 2, além das policias federais e rodoviários, 1.215 policiais militares farão parte da estratégia de segurança para as eleições no Amapá, sendo 700 somente em Macapá e Santana. A expectativa é de um pleito tranquilo.

Os policiais, além do trabalho ostensivo, também tem a tarefa de impedir qualquer crime eleitoral como, boca de urna e comemorações exageradas em pontos de grande movimentação. O Batalhão de Trânsito garantirá um fluxo melhor de veículos. A tranquilidade das eleições é parte de um plano elaborado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) e comando geral da Polícia Militar do Estado do Amapá (PM-AP).

Coronel Carlos, comandante da PM: objetivo é evitar crimes eleitorais, com especial atenção para boca de urna. Foto: Arquivo

Coronel Carlos, comandante da PM: objetivo é evitar crimes eleitorais, com especial atenção para boca de urna. Foto: Arquivo

“Vamos estar nos colégios eleitorais, mas especialmente naqueles de maior fluxo. Onde, além de policias, vamos ter viaturas para dar apoio. Nosso objetivo é evitar crimes eleitorais, com especial atenção para boca de urna”, explicou o comandante da PM, coronel Carlos Sousa.

O plano começou a ser elaborado no mês de agosto junto com o desembargador presidente do TRE, Carlos Tork, onde foram apresentados os locais de votação, números de eleitores por município e demais informações relevantes sobre o pleito para a elaboração da estratégia de segurança.

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