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DA REDAÇÃO

O deputado federal Marcos Reátegui (PSD) disse nesta quinta-feira, 1º, que a ação movida contra ele por abuso de poder econômico nas eleições de 2014 foi uma tentativa de “macular sua imagem”. O parlamentar, que já tinha absolvido num primeiro julgamento no ano passado, foi novamente inocentado na quarta-feira, 31.

“O recurso da Procuradoria Eleitoral não passou de uma tentativa rasteira de requentar um fato já amplamente investigado e apurado. Vale lembrar que já no primeiro julgamento desses fatos, no final de 2015, o TRE havia reconhecido de forma clara a minha inocência. Ontem isso foi confirmado em sede de recurso”, comentou.

Reátegui, a deputada estadual Mira Rocha (PTB) e o prefeito de Santana, Robson Rocha (PR), estavam sendo acusados pelo Ministério Público de contratar servidores para a prefeitura em troca de votos. Reátegui, que já tinha sido inocentado por 7 votos a zero, criticou a confiabilidade das testemunhas afirmando que eles se contradiziam em relação a ele.  

“Depoimentos testemunhais caracterizados por denuncismo barato, sem qualquer elemento concreto capaz de lhes dar credibilidade e, ainda, flagrantemente contraditórios entre si. Isso não poderia ser – como não foi – suficiente para condenar alguém”, disparou.

“Nunca duvidei do Poder Judiciário, pois sempre tive a consciência tranquila. Essa serenidade, que me acompanhou ao longo de todo esse processo, se deve à certeza de que nunca cometi nenhuma conduta ilegal ao longo da minha vida pública”, concluiu.

Mira Rocha ainda poderá recorrer ao TSE permanecendo no cargo.

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