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SELES NAFES

Com a crise da mineração que praticamente quebrou a cidade, o município de Pedra Branca do Amapari começa a se reerguer usando o turismo, cultura e a agricultura. Essa tentativa de dar uma virada na situação começa no próximo dia 11, com a volta do Festival da Banana.

O evento foi realizado pela última vez há mais de 20 anos, e agora um coletivo que reúne artistas e produtores de frutas decidiu retomar a festa por vários motivos, entre eles o de fomentar os negócios e a cultura.

“Nosso objetivo é estimular a economia. Além disso, não temos uma festa que marque nossa identidade cultural, como ocorre com o restante dos municípios”, justifica o vereador França Moraes, um dos coordenadores da festa.

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Monumentos lembram o Cristianismo e a mineração, no centro de Pedra Branca: cidade preparada para o turismo

Além da mandioca e da farinha, Pedra Branca é um dos três maiores polos de produção de bananas do Amapá. Essa riqueza, somada à grande capacidade hoteleira (ociosa com a desativação de empresas) e às maravilhas naturais do município (como corredeiras e rios de água transparente), forma o cenário perfeito para o turismo.

Apesar dos poucos recursos, a ideia é fazer uma festa que vai entrar em definitivo para o calendário cultural da cidade, que só costuma realizar festejos durante o aniversário da cidade.

A programação começa na noite do dia 11, com a apresentação de três bandas de música gospel, DJ e a apresentação de Taty Taylor e a Banda Babilônia.

No dia 12, sábado, será realizado o concurso que irá escolher a Rainha do Festival da Banana, além de festival de gastronomia com pratos à base da fruta, realização de sorteios e mais shows, com atrações como a cantora Josi de Lima e Banda.

No 13, também haverá exposição e comercialização de pratos, além de outras atividades e shows musicais. Toda a festa será concentrada em frente ao Mercado Municipal da cidade. 

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