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SELES NAFES

O governo do Amapá encaminhou para a Assembleia Legislativa projeto de lei que doa o terreno onde será construída a sede definitiva da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). O órgão, que já gerencia as áreas de livre comércio, será também responsável pela orientação e fiscalização das indústrias da Zona Franca Verde. Onze fábricas já tiveram os projetos aprovados.

A área que será doada à Suframa tem 23 mil metros quadrados e fica no Distrito Industrial de Macapá e Santana, próximo da Rodovia Duca Serra. No local também irá funcionar um posto da Secretaria de Fazenda (Sefaz) e da Agência Amapá, encarregada de analisar e aprovar os projetos de instalação.

Fábrica de cosméticos vai se instalar no Distrito Industrial para produção em larga escala

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Na prática, trata-se de um complexo de fiscalização. Por isso, a Suframa também pretende realizar obras de saneamento básico no Distrito Industrial, além de urbanização, identificação das ruas e outras obras. Os recursos serão da Suframa e do governo do Estado.

“Será um mix de fiscalização. Vamos fazer todo o complexo no Distrito Industrial, mostrando que estamos acreditando na Zona Franca Verde do Amapá”, justifica a superintendente da Suframa no Amapá, Tânia Miranda.

Dia 19 de agosto: empresário recebe do governador Waldez Góes titulo de terras para instalar fábrica no Distrito Industrial. Foto: Secom

Dia 19 de agosto: empresário recebe do governador Waldez Góes titulo de terras para instalar fábrica no Distrito Industrial. Foto: Secom

A superintendente já foi até a Assembleia Legislativa explicar o projeto da Suframa e pedir a aprovação do projeto de lei, mas ele ainda não entrou em pauta. O projeto foi enviado no último dia 7, e ainda precisa passar pelas comissões permanentes da Alap.

Fábricas

Técnicos da Agência Amapá, órgão estadual, e da Suframa, estão orientando as empresas na elaboração dos projetos.

Das onze que já tiveram projetos aprovados e receberam títulos de uso dos lotes do Distrito Industrial, duas são de outros estados e sete são do Amapá. As empresas agora vão ampliar a produção com foco em exportação, como é o caso de uma fábrica de sorvetes, outra de tintas, vidros e cosméticos como sabonetes e shampoos.

“É um processo de expansão dessas empresas com foco nas vendas para o exterior. Existem outras empresas interessadas e estamos analisando. Temos mais duas indústrias que estão com quase tudo certo para se instalar”, explica a superintendente.

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