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SELES NAFES

O quinto candidato mais votado na eleição para prefeito de Macapá, Genival Cruz (PSTU), não para de surpreender nem após o primeiro turno. Depois de terminar a campanha olhando pelo retrovisor políticos mais fortes e tradicionais, ele está pedindo a seus eleitores que anulem o voto no segundo turno.

Segundo ele, as duas candidaturas que seguiram para a etapa final da campanha são “farinha do mesmo saco”.  

“Os dois candidatos que estão aí representam o mesmo projeto. O Clécio se aliou com empresários para continuar no poder, e o Gilvam é apoiado por Waldez e muitos empresários. Não tem diferença”, diz Genival com sutileza peculiar.

Genival Cruz teve 11.242 votos, ou seja, 5,27% do total. Ficou a frente de candidatos mais fortes, mais experientes e bem financiados como o ex-deputado e ex-secretário de Estado, Ruy Smith, do PSB, que obteve 7.922 votos (6º); e a ex-vice governadora do Amapá, Dora Nascimento (PT), com apenas 2.174 votos (7º lugar) .

“Surpreendeu. Ganhamos do PSB e do PT. Foi muito voto”, avalia ele, que segue como presidente do Sindicato dos Rodoviários de Macapá, e ainda não sabe dizer se vai disputar a eleição de 2018.

“Ainda tem dois anos pela frente”, diz ele. 

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