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DA REDAÇÃO

A repetição no ar de peças proibidas pela Justiça Eleitoral teria sido um equívoco da coligação na hora de mandar o mapa de mídia para as emissoras. Essa alegação da defesa do candidato Gilvam Borges (PMDB) foi aceita pelo juiz da 10ª Zona Eleitoral de Macapá, Adão Carvalho, na tarde desta sexta-feira, 28. O magistrado autorizou o retorno da propaganda do candidato do PMDB.

“Entendeu não haver qualquer desobediência em suas determinações, mas equívoco em substituição de inserções”, declarou em nota a coligação “Atitude e Trabalho por Macapá”, encabeçada pelo PMDB.

As peças de TV e rádio onde Gilvam Borges incentiva cidadãos de Macapá a não quitar lotes na prefeitura foi considerada irregular pelo Ministério Público e pela Justiça Eleitoral. Na propaganda, que foi exibida a partir do último dia 21, o candidato promete que doará os lotes se for eleito.

A Justiça já tinha deferido liminar mandando retirar as peças do ar, mas elas continuaram sendo exibidas. Durante a noite de quinta-feira, 27, e durante todo o dia 28, as telas azuis marcaram os espaços que eram destinados à coligação. No fim do dia, as inserções retornaram após notificação das emissoras de televisão.

Em seu perfil no Facebook, Gilvam criticou a decisão dizendo que “querem nos calar porque assumimos compromissos totalmente possíveis”. 

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