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DA REDAÇÃO

O deputado federal Marcos Reátegui (PSD-AP) explicou porque votou pela aprovação da PEC 241 no início desta semana. Na opinião dele, é inviável que o governo federal administre a nação sem responsabilidade fiscal e zelo pelo dinheiro público.

“Infelizmente, um tema técnico como esse, afeito à política fiscal do Estado, foi desnecessariamente politizado e tornou-se um mero fla-flu ideológico, onde grupos antagônicos preocupam-se mais em tentar atingir o adversário, do que em fazer o que é correto para o país”, pontuou Reátegui.

A PEC 241, aprovada por ampla maioria, determina a redução de gastos nos próximos 20 anos, mas a oposição diz que isso também significará cortes nos investimentos em educação e saúde.  

Para Marcos Reátegui, é preciso fazer o debate de forma honesta e às claras, falando a verdade.

 “Muito se disse sobre ‘PEC do fim do mundo’ e cortes na saúde e educação. Essas são apenas falácias, criadas para tumultuar o debate e criar um sentimento de desconfiança. Na verdade, o objetivo da PEC é, em resumo, garantir que o governo tenha poder de investir nos setores fundamentais, a partir do controle das contas públicas”, completou.

Segundo Reátegui, nenhum país do mundo conseguiu caminhar rumo ao desenvolvimento sustentável sem promover um saneamento no setor público e garantir o equilíbrio nas contas.

Além de Marcos Reátegui, votaram pela PEC 241 os deputados André Abdon (PP) Roberto Góes (PDT), Cabuçú Borges (PMDB), Jozi Araújo (PTN) e Vinícius Gurgel (PR). Votaram contra as deputadas Janete Capiberibe (PSB) e Marcivânia Flexa (PC do B).

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