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ANDRÉ SILVA

A lua estará diferente nos céus de todo o Brasil na noite desta segunda-feira, 14. A superlua é uma coincidência, segundo o Clube de Astronomia do Amapá Mirzan. Eles estarão reunidos na orla do complexo do Araxá para observar o grande satélite da Terra.

Cássio Renato, líder do clube, explica que a órbita da lua sobre a Terra é uma elipse e, por isso, há momentos em que o satélite natural está mais perto e horários em que está mais afastada do planeta. 

Clube de Astronomia Mirzam prepara observação do fenômeno. Fotos: André Silva

Clube de Astronomia Mirzam prepara observação do fenômeno. Fotos: André Silva

“O que acontece no dia de hoje é que além dela estar no ponto mais próximo da Terra que a gente chama de perigeu, ela também é lua cheia. Então quando isso acontece a lua fica com a luminosidade maior e o tamanho 14% maior, por isso a superlua”, disse Renato.

Ele explica que o fenômeno da superlua não é tão raro. Esse ano, uma já apareceu em outubro, outra hoje e a última no dia 14 de dezembro.

“Esta é rara porque é a que está mais próxima da Terra nos 40 anos. E a próxima vez será em 2034”, destacou.

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Observação será feita da orla do Araxá

O Clube Astronomia Mirzam tem 25 integrantes e realiza palestras em escolas, observação dos céus com telescópio em praça pública e oficinas sobre o tema. Eles estarão reunidos a partir das 18 horas no complexo do Araxá.

O nome Mirzam é usado em homenagem ao nome da estrela que representa o Amapá na bandeira do Brasil.

Carlos Renato, presidente do Mirzam:

Carlos Renato, presidente do Mirzam: próxima lua assim somente em 2034

 

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