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DA REDAÇÃO

A partir da próxima semana, de acordo com previsão do Governo do Estado do Amapá (GEA), as cirurgias ortopédicas eletivas devem ser retomadas no Hospital de Clínicas Alberto Lima. A normalização do atendimento responde a demanda de pacientes que aguardam nas filas de espera da ortopedia.

Foram contratadas pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) quatro empresas fornecedoras de órteses, próteses e materiais ortopédicos.

Também já estão disponibilizados na farmácia da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), desde a sexta-feira, medicamentos como Cisplatina, Epirrubicina, Gencitabina, Irinotecano, Paclitaxel, essenciais para o tratamento do câncer em usuários que necessitam de quimioterapia. Mais remédios para o tratamento de pacientes oncológicos serão entregues nos próximos dias, segundo o GEA.

Pacientes aguardam atendimento em frente ao HCAL. Fotos: arquivo

Pacientes aguardam atendimento em frente ao HCAL. Fotos: arquivo

Força-tarefa

Pendências burocráticas e pagamentos atrasados com fornecedores foram sanados pelo governo em uma força-tarefa com o objetivo de regular e manter o nível satisfatório de atendimento aos usuários do sistema estadual de saúde.

O trabalho da força-tarefa iniciou na manhã da última quinta-feira, 3, com uma reunião entre a secretária de Estado da Saúde em exercício, Rosália Freitas, o secretário de Estado da Fazenda, Josenildo Abrantes,  e fornecedores de medicamentos da rede hospitalar. O encontro definiu os critérios para agilizar a entrega dos medicamentos e correlatos, além de assegurar o abastecimento dos hospitais.

A Unacon tem apresentado problemas no abastecimento de medicações

A Unacon tem apresentado problemas no abastecimento de medicações

“Tivemos uma conversa produtiva com os fornecedores e alguns problemas, principalmente de ordem operacional e burocrática, foram resolvidos, o que garantiu o início imediato da entrega dos medicamentos e correlatos”, ressaltou a secretária Rosália Freitas.

A força-tarefa realizará monitoramento semanal das necessidades dos serviços de saúde e o estoque de medicamentos e correlatos. Gestores da Sesa, da Sefaz, dos hospitais e unidades de pronto atendimento farão o trabalho de fiscalização.

Foto destaque: Anselmo Wanzeller (Secom)

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