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ANDRÉ SILVA

No Dia de Finados, lembrado nesta quarta-feira, 2, famílias vão aos cemitérios para prestar homenagens. Enquanto isso, outras pessoas tentam levar mensagens de esperança e conforto para o que ficaram.

Evangélicos e espíritas aproveitam a data para mostrar às pessoas (cada um com sua ideologia), que a vida não acaba com a morte. No caso da religião espírita, eles acreditam que a morte só chega ao corpo físico, mas a alma continuaria viva.

Cemitério São Francisco de Assis: 10 mil visitantes

Cemitério São Francisco de Assis: 10 mil visitantes

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Integrantes do Movimento Espírita do Amapá: alma continua vivendo. Fotos: André Silva

 

“Com o ‘Movimento a Vida Continua’, queremos trazer um conforto e esclarecimento a essas pessoas que tanto sofrem a perda de seus entes, que na perspectiva espírita nós acreditamos na imortalidade da alma.  Propomos isso a elas como um auxilio para passar esse momento de dor”, explica Roberto Rodrigues, do Movimento Espírita do Amapá.

Ao contrário da filosofia apresentada por eles, os evangélicos têm outra opinião em relação ao assunto. Para eles, a vida acaba aqui, e no chamado “Dia do Juízo Final” todos retornarão para serem julgados de acordo com o que viveram na Terra.

Grande movimento nos cemitérios da capital

Grande movimento nos cemitérios da capital

 

“Existem dois caminhos, o que leva ao inferno e outro a Jesus. Esse é o melhor momento para falar para eles porque estão de coração aberto. Muito vezes, na família daquela pessoa que morreu, pode ter alguém doente e prestes a morrer, mas, se conhecer Jesus, pode ser salva. Acreditamos que com a morte do corpo a alma retorna ao criador e nós dormimos”, argumenta o pastor Reinaldo Cardoso, da Igreja Universal do Reino de Deus (foto de capa).

As duas equipes estavam realizando a prestação de serviços no Cemitério São Francisco, na Zona Norte de Macapá, que recebia centenas de visitantes. De acordo com a administração, cerca de 10 mil pessoas visitarão o local neste Dia de Finados.

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