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OLHO DE BOTO

Duas pessoas foram presas transportando alimentos furtados de uma escola estadual no Bairro do Muca, na Zona Sul de Macapá, na madrugada desta quinta-feira, 3. Uma suspeita vestia uniforme da escola.

A prisão ocorreu por volta das 4h30min, na Avenida Tupis, quando policiais do 1º Batalhão da PM estavam em patrulhamento e avistaram os suspeitos transportando muitos alimentos em sacolas e parte numa bicicleta.

Fardos de alimentos, botijões e até um relógio de parede foi levado

Fardos de alimentos, botijões e até um relógio de parede foi levado

À direita, Tamires usava uniforme da escola Lauro Chaves quando foi presa. Fotos: Olho de Boto

À direita, Tamires usava uniforme da escola Lauro Chaves quando foi presa. Fotos: Olho de Boto

Os policiais fizeram a abordagem, mas os suspeitos tentaram enganar a equipe afirmando que haviam comprado os produtos em alguns estabelecimentos comerciais.

“Depois de muita conversa eles confessaram que haviam furtado a escola. Fizemos uma averiguação por trás da escola e encontramos outros objetos como botijão de gás, caixa de frango e verificamos que o arrombamento tinha ocorrido na cozinha da escola”, explicou o soldado Liduino.

Equipe comandada pelo sargento Albuquerque, cabo Adriano e soldado Liduino: PMs suspeitaram e decidiram abordar

Equipe formada pelo sargento Albuquerque, cabo Adriano e soldado Liduino: PMs suspeitaram e decidiram abordar

Como se tratavam de muitos produtos, os policiais acreditam que os acusados fariam várias “viagens” para dar conta de todas as mercadorias.

Ao todo foram apreendidos fardos de bolacha, caixa de óleo, café, fardo de açúcar, 3 botijões de gás e até um relógio de parede.

Acusados moram na área do Copala, Bairro do Muca, onde também funciona a Escola Lauro Chaves

Acusados moram na área do Copala, Bairro do Muca, onde também funciona a Escola Lauro Chaves

Os acusados foram identificados como: Tamires Lima dos Santos, de 20 anos, vestida com uniforme da escola; e Ozeias da Silva Gonçalves Júnior, de 37 anos.  

 “Informaram que são vizinhos na área do Copala”, concluiu o soldado. 

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