Compartilhamentos

CÁSSIA LIMA

Nesta terça-feira, 6, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) completa 14 anos de existência no Amapá.

As comemorações de aniversário começaram com atividades esportivas, ainda na semana passada, no quartel da PM com partidas de futsal, tiro, futebol, cabo de guerra, voleibol e pista de exercícios calistênicos (utilizando o próprio corpo) que envolvem corrida, barra, abdominal, tudo feito com a farda.

??????????????

Batalhão surgiu para atender novas demandas do estado que cresce. Novos tipos de crimes vinham sendo cometidos. Fotos: Bope Amapá

O Bope Amapá foi criado em 2002, com quatro companhias que têm como objetivo combater roubo a bancos, vandalismo em manifestações, revistas no Iapen, reintegração de posse, buscas em área de mata e roubos utilizando motocicletas. Além de utilizar o pelotão de canil, com animais que podem identificar entorpecentes em qualquer área.

“O Bope cresceu e se adaptou ao avanço da criminalidade no Amapá. A vinda de criminosos de outros estados criou essa necessidade e apesar de nosso estado ser isolado, já existe uma comunicação efetiva dessas quadrilhas do Amapá com as de outros estados. Nós já temos aqui crimes que estados grandes têm”,  frisou o capitão Wilkson Santana, da 2ª Companhia de Choque do Bope.

Capitão Wilkson:

Capitão Wilkson: 14 anos de vitórias prestando serviço para a população

Atualmente, o Bope possui 150 homens no efetivo, mas muitos ainda cumprem missões e outros fazem cursos fora do estado. De acordo com o comando geral da PM, o efetivo ideal para o Batalhão seria de 600 homens e mais estrutura.

“Ainda precisamos de equipamentos, viaturas e mais militares. Mas é claro que a polícia não tá alheia a crise e trabalhamos com o mínimo. Mas já trabalhamos muito pelo povo do Amapá. São anos de muitas vitórias”, frisou o capitão.

Para comemorar o aniversário, o Bope prepara para às 18h desta segunda, no auditório do Sesi, uma palestra sobre “Movimentos sociais e a atuação da Polícia Militar”, ministrada pelo Tenente Fernando Netto, da PM de Minas Gerais. A Inscrição custa um quilo de alimento perecível.

Compartilhamentos