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De Santana, FERNANDO SANTOS

O vereador reeleito no município de Santana, Anderson Almeida (DEM), e os eleitos Genival Oliveira (PMB) e Socorro Nogueira (PT), respondem a processos de cassação dos registros de suas candidaturas. Almeida já tem decisão monocrática do juiz eleitoral Antônio Normandes de Souza, tornando nulo o registro. Os outros dois ainda estão em fase de defesa.

O processo contra Anderson Almeida foi condenado acusado de construir, com intenções eleitorais, um galpão para abrigar a produção de açaí na Área Portuária em abril deste ano. A justiça entendeu que houve desequilíbrio na disputa eleitoral, dando vantagem na quantidade de votos obtida.

Anderson Almeida (DEM) já tem condenação

Anderson Almeida (DEM) já tem condenação

“Já recorremos, e os efeitos da decisão deverão ser suspensos, não prejudicando nem sua diplomação, nem a sua posse. Temos certeza que a reforma de decisão do juiz Normandes será positiva. Estamos aguardando”, informou Marcos Pires, assessor jurídico do DEM.

Em desfavor de Genival Oliveira, que ainda está apresentando defesa, pesa uma condenação criminal em 2010 que o deixou inelegível por 8 anos. Como teria omitido essa informação na ocasião do pedido de registro de candidatura, o MP entende que o seu registro deva ser cassado, mesmo após sua eleição. A reportagem do portal SELESNAFES.COM procurou Oliveira, mas não obteve contato.

Genival Oliveira (PMB) já possuía condenação criminal anterior

Genival Oliveira (PMB) já possuía condenação criminal anterior

Socorro Nogueira: assinaturas diferentes

Socorro Nogueira: assinaturas diferentes

Falsidade ideológica é a acusação do MP contra a vereadora eleita Socorro Nogueira. Ela teria assinado, por extenso, o requerimento de candidatura para a justiça eleitoral e, por rubrica, o de afastamento de suas atividades laborais no INSS. Daí a desconfiança de que uma segunda pessoa teria assinado por ela.

“A minha defesa já foi feita, com pedido de exame grafotécnico para comprovar que as duas assinaturas são minhas”, informou a vereadora eleita.

Com exceção do primeiro acusado, os outros dois procedimentos poderão ser julgados em primeira instância até o dia 6 de dezembro, quando haverá a diplomação dos vereadores, do prefeito e vice.

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