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ANDRÉ SILVA

Os moradores do Bairro Nova Esperança, zona sul de Macapá, cansados de acidentes provocados por falta de sinalização nas ruas da comunidade, decidiram procurar a associação de moradores, que por sua vez, revitalizou 60 placas de PARE, e agora trabalha na instalação delas.

Para dar vida ao projeto, a Associação de Moradores do Bairro Nova Esperança buscou ajuda da Companhia de Transito de Macapá (Ctmac), que cedeu 60 placas desgastadas pela ação do tempo, e o mesmo número de tarugos (madeira) para a instalação das mesmas.

Grupo de moradores colocou

Grupo de moradores colocou a “mão na massa” para sinalizar bairro. Fotos: André Silva

O trabalho que começou no fim de semana, prosseguiu nesta segunda-feira, 16.

O primeiro passo foi fazer um levantamento de quantos pontos necessitavam da sinalização vertical e em seguida a restauração dos objetos.

“Tivemos vários acidentes aqui no bairro, inclusive um deles com vítima fatal. Além daqueles que provocaram danos materiais. Então a comunidade procurou a associação para que algo fosse feito”, explicou o diretor da associação Sidnei Azevedo.

Segundo ele, os locais onde haviam placas e as letras não podiam ser lidas foram substituídas pelas novas. Outras foram instaladas onde nunca houve sinalização.

Acidentes constantes levaram comunidade a se mobilizar

Acidentes constantes levaram comunidade a se mobilizar

Sinalização continua

Depois que todas as ruas estiverem devidamente sinalizadas, o próximo passo será sinalizar os cantos de cada rua e avenida do bairro com o nome de cada uma delas. Segundo o vice-presidente da Associação, Luiz Miranda, serão necessárias cerca de 100 placas para suprir a necessidade.

“Agora pouco um rapaz veio me perguntar onde ficava a Rua Pedro de Oliveira Gomes, ele estava completamente perdido. Se Deus quiser, ainda esse ano, nós realizaremos esse projeto”, concluiu.

Intenção do grupo agora é colocar placas dos nomes das ruas

Intenção do grupo agora é colocar placas dos nomes das ruas

Moradores aprovam

“Eu acho muito boa essa iniciativa da associação. Era isso que faltava, alguém ter uma iniciativa para melhorar nossa vida aqui”, elogiou Raimunda do Nascimento, de 52 anos.

Os moradores ainda não sabem como irão conseguir recursos para a nova placa e não descartam a possibilidade de buscar novos parceiros.

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