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ANDRÉ SILVA

O jogo do Santos-AP contra o Vasco da Gama-RJ deve mesmo ser transferido para Cariacica, no Espírito Santo. A mudança pode acontecer porque o clube amapaense, que tem o mando de campo do primeiro jogo, recebeu algumas propostas de empresas que teriam oferecido R$ 300 mil de cachê.

Além desse valor, as empresas se comprometeram em bancar passagens, estadia e alimentação de todo o elenco amapaense, e ainda uma porcentagem, o famoso “bicho”, caso o Peixe da Amazônia saia vitorioso do jogo.

O duelo, previsto para ocorrer em fevereiro, faz parte da primeira fase da Copa do Brasil de 2017. O local ainda era incerto, mas parece que não é mais.

Presidente do Santos, Luciano Marba: jogo foi oferecido ao GEA, mas não obteve resposta. Foto: arquivo/SELESNAFES

Presidente do Santos, Luciano Marba: jogo foi oferecido ao GEA, mas não obteve resposta. Foto: arquivo/SELESNAFES.COM

O presidente do Santos, Luciano Marba, disse que as negociações já estão bastante avançadas  e que falta pouco para ser fechado.

“Já está praticamente fechado. Mandei fazer contrato e tudo. Eles vão pagar e nós vamos para o Espírito Santo”, adiantou o dirigente.

Ele disse que já ofereceu o jogo para o governo do Estado, mas até agora não recebeu nenhuma resposta.

Segundo Marba, para o Santos disputar a Copa do Brasil, Copa Verde, Estadual e Série D, será necessário no mínimo R$ 1 milhão. Desse total, a CBF deve entrar com R$ 500 mil. O restante terá que sair de patrocínios.

O presidente disse que até poderia realizar o jogo no Amapá, mas o ingresso teria que custar R$ 100, e com certeza não haveria retorno. No último jogo realizado contra o Santos-SP no ano passado, o faturamento de bilheteria foi de apenas R$ 28 mil.

“Os jogadores não jogam de graça, eles têm que sustentar as famílias deles. Futebol custa dinheiro”, finalizou.

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