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OLHO DE BOTO

Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) prenderam um homem acusado de furtar uma residência no Bairro Brasil Novo, zona norte de Macapá, e que é acusado de outros crimes no estado do Pará, entre eles homicídio.

Os policiais estavam em patrulhamento no bairro na noite desta terça-feira, 24, quando foram abordados por um morador informando que sua casa havia sido furtada.  

“Ele mostrou a localização aproximada do indivíduo, e na abordagem ele tentou fugir, mas alcançamos. Ele apresentou alguns documentos demonstrando que já respondeu por homicídio e roubos, e estava assinando (no fórum)”, relatou o tenente C. Costa, do Bope. 

Elinaldo Severino Cardoso, de 30 anos, levou os policiais até a quitinete onde estava morando com outro colega, próximo da casa saqueada, e foram encontrados vários objetos. Outros já teriam sido vendidos, como notebook, computador de mesa e frigobar. O inquilino da quitinete fugiu com a aproximação da polícia.

Elinaldo Cardoso, o "De Belém", disse que está há apenas 3 dias em Macapá, mas moradores atribuíram e ele outros furtos e roubos. Fotos: Olho de Boto

Elinaldo Cardoso, o “De Belém”, disse que está há apenas 3 dias em Macapá, mas moradores atribuíram e ele outros furtos e roubos. Fotos: Olho de Boto

Acusado confessou o crime e disse que já tinha vendido outros objetos levados da casa

Acusado confessou o crime e disse que já tinha vendido outros objetos levados da casa

“Com apoio da comunidade a polícia passa a ter mais êxito. Depois da prisão dele outras vítimas apareceram comunicando furtos e roubos no Brasil Novo”, frisou o oficial.

No Ciosp do Pacoval, no entanto, Elinaldo Cardoso, conhecido como “De Belém”, disse que chegou em Macapá a apenas a 3 dias, talvez para se isentar das acusações de outros moradores. Contudo, ele confessou o furto e admitiu que cumpriu 12 anos de prisão no Pará. 

Também revelou que a percebeu que a casa invadida estava sozinha havia mais de um mês, e por isso resolveu fazer o furto.

Ouça. 

De Belém vai aguardar audiência de custódia, que vai determinar se ele vai responder ao processo em liberdade.

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