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DA REDAÇÃO

O estado do Amapá registrou em 2016 alta no número de casos de Leishmaniose Tegumentar, em relação ao ano anterior. Foram, ao todo, 703 casos, um aumento de 16,3% em relação aos 588 registros em 2015.

O município de Oiapoque é onde há maior registro da doença, com 130 casos confirmados. Em seguida vem Pedra Branca do Amaparí com 126, Calçoene com 121 e Serra do Navio com 86 casos.

Somente os municípios de Cutias do Araguari e Itaubal não tem registro de Leishmaniose.

A doença é transmitida pelo mosquito da espécie Lutzomyia, conhecido popularmente como Mosquito Palha.

Os dados são do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), e  foram repassados pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde (CVS).

“Quando município pede o apoio ao Estado, a CVS intervém, articula ações com os órgãos municipais de saneamento e limpeza, capacita os agentes de endemias para agir com mais vigor nas visitas domiciliares, realiza ações educativas e de mobilização, para incentivar também a participação da população no controle da doença”, disse o coordenador de Vigilância em Saúde, Clovis Miranda.

De acordo com a CVS, o aparecimento da doença ocorre em função das condições climáticas da região. Nos meses com maior índice de chuvas, devido o aumento da população de vetores da doença, os casos tendem aumentar, enquanto nos meses mais secos, há menor número de casos registrados.

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