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De Oiapoque, HUMBERTO BAÍA

Dois pequenos submarinos da organização ambiental Greenpeace fotografou pela primeira vez a formação de recifes de corais no litoral do Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa. Essa era a principal missão do navio do Greenpeace, que passou pelo Amapá na semana passada.

O navio ficou em Macapá e depois seguiu para Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá. A barreira de corais está localizada a 100 quilômetros da costa do Parque Nacional do Cabo Orange, numa área que compreende o litoral da Guiana Francesa até a costa do estado do Maranhão.

Corais em local improvável até pouco tempo. Imagens: Greenpeace

Laseres marcam o fundo do oceano ao lado dos corais: local improvável. Imagens: Greenpeace

Barreira compreende uma faixa que vai da Guiana Francesa ao Maranhão. Imagem: Greenpeace

Barreira compreende uma faixa que vai da Guiana Francesa ao Maranhão

As primeiras imagens dos recifes revelaram a exuberância de vida em uma região pouco provável para abrigar corais.

“Defenda os corais da Amazônia”, é o nome da missão do navio Esperanza, a maior embarcação da organização ambientalista.

Minisubmarino em águas do Amapá: imagens inéditas

Minisubmarino em águas do Amapá: imagens inéditas

Navio Esperanza é a maior embarcação da ong

Navio Esperanza é a maior embarcação da ong

Na última na sexta-feira, 27, dois minisubmarinos do Greenpeace fizeram as primeiras imagens. No último sábado, 28, uma agenda foi organizada para discutir alguns assuntos, como as barragens de hidrelétricas no Rio Araguari, cultivo de soja no Amapá, grilagem de terras e corais da Amazônia, além da exploração de madeira e petróleo.

O encontro aconteceu no auditório do Iphan em Macapá, e é a preparação para um grande seminário que irá acontecer ainda neste semestre com atividades nos municípios de Oiapoque e Laranjal do Jari.

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