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DA REDAÇÃO

A 1ª Vara do Tribunal do Júri de Macapá cancelou esta semana o julgamento que condenou o homem acusado de mandar matar o agente penitenciário Clodoaldo Pantoja, há cerca de cinco anos.

A defesa informou que o acusado enfrentará um novo julgamento.

“Não foi permitido que os advogados fizessem a escolha dos jurados separadamente. O juiz exigiu que um só fizesse as escusas pelos demais. Essa forma interfere muito, porque cada advogado tem suas razões particulares para escolher ou recusar jurados. Foi um prejuízo tremendo”, explicou o advogado de defesa Maurício Pereira.  

Escolha de juros causou "prejuízo tremendo". Foto: Cássia Lima

Escolha de jurados causou “prejuízo tremendo”. Foto: Cássia Lima

Wagner Melônio está preso na penitenciária federal do Estado do Mato Grosso onde cumpre penas por outros crimes.  No dia 7 de março de 2015, depois de dois dias de júri, ele foi condenado a 16 anos de prisão pela morte do agente, que era visto como um servidor rigoroso nas revistas no Iapen, o que atrapalharia os “negócios” dentro do presídio.  

Clodoaldo Pantoja morreu por cumprir o dever. Foto: arquivo familiar

Clodoaldo Pantoja morreu por cumprir o dever. Foto: arquivo familiar

Clodoaldo Pantoja foi morto com 20 tiros em junho de 2012 na comunidade de Ilha Mirim, onde havia pegado um atalho para a zona norte logo depois de largar o plantão no Iapen.

Foram condenadas ainda outras duas pessoas que já estavam presas no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) também cumprindo penas por outros delitos.

A data do novo julgamento ainda não foi marcada.

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