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OLHO DE BOTO

Dois criminosos morreram numa troca de tiros com policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) no município de Santana, a 17 quilômetros de Macapá. Um policial do Bope foi atingido por um disparo, mas o colete à prova de balas ajudou a segurar o projetil.

A intervenção ocorreu no início da tarde desta quarta-feira, 15. Equipes do Bope estavam em Santana fazendo operações de saturação. Uma das equipes tinha saído da Área Portuária e ao chegar ao Centro Comercial foi abordada por vários motociclistas informando que havia acabado de ocorrer um assalto a um funcionário de uma loja de departamentos que funciona na Avenida Rio Branco, ao lado de uma agência bancária.

Polícia Técnica faz pericia no local onde ocorreu a troca de tiros, na Rodovia Salvador Diniz

Polícia Técnica faz pericia no local onde ocorreu a troca de tiros, na Rodovia Salvador Diniz. Fotos: Olho de Boto

Alguns metros depois, já na Avenida Salvador Diniz, os policiais avistaram dois homens correndo a pé, cada um com um malote nas mãos e armados. Ao avistar a aproximação do Bope, os bandidos abriram fogo.

Um dos tiros perfurou o colete de um policial que foi atendido no Hospital de Pronto Socorro de Santana, mas o ferimento não foi grave.

A equipe revidou e alvejou os dois criminosos que também foram socorridos, mas morreram a caminho do hospital.

O Bope contou R$ 82 mil nos malotes, apesar de a loja ter declarado que havia R$ 75 mil em dinheiro. Os malotes e os revólveres calibre 38 e 32 foram apresentados na delegacia de polícia.

Criminosos morreram a caminho do Hospital de Pronto Socorro

Criminosos morreram a caminho do Hospital de Pronto Socorro

A Polícia Militar acredita que os criminosos já sabiam que um funcionário sairia da loja carregando o dinheiro.

A polícia acredita também que eles tinham um carro de apoio que fugiu com a aproximação do Bope, por isso eles estavam correndo a pé quando foram interceptados pelos policiais. Equipes estão fazendo diligências atrás do carro que daria a fuga.

Os criminosos foram identificados como Fábio Coimbra da Silva, de 20 anos, e Fabrício Coimbra da Silva de 19 anos. Eles eram irmãos. 

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