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ANDRÉ SILVA

O Amapá aderiu ao programa Criança Feliz, do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário. A iniciativa prevê o acompanhamento de crianças nos primeiros 1 mil dias de vida, o que equivalente a cerca de 3 anos. O convênio foi assinado na tarde desta segunda-feira, 6, em Macapá, entre o governador do Amapá, Waldez Góes (PDT) e o ministro Osmar Terra.

O programa Criança Feliz vai beneficiar crianças e gestantes, beneficiárias do programa Bolsa Família. Elas receberão acompanhamento social por meio de equipes que estarão periodicamente realizando visitas às famílias selecionadas. 

Os especialistas que elaboraram o programa defendem que os três primeiros anos são essenciais para a formação da pessoa. Por isso, as equipes, chamadas de visitadores, vão identificar nas visitas periódicas se as crianças têm alguma necessidade de atendimento médico, por exemplo. Nesse casos, elas farão o encaminhamento para os médicos e outros profissionais de saúde.

Ministro Osmar Terra ao lado do governador Waldez Góes. Fotos: André Silva

Ministro Osmar Terra ao lado do governador Waldez Góes. Fotos: André Silva

Cada equipe será responsável por 30 crianças. Apesar de o programa prever o acompanhamento até os 3 anos, a atenção poderá chegar até os 6 anos, se a criança estiver em extrema situação de vulnerabilidade social, como por exemplo, estar afastada dos pais por medida protetiva da Justiça. 

Alguns municípios já aderiram ao programa e vão receber os investimentos para capacitação dos visitadores e coordenadores de equipes. São eles: Cutias do Araguari, Ferreira Gomes, Laranjal do Jari e Pedra Branca do Amapari, totalizando 5,2 mil crianças para acompanhamento. 

“É um programa de educação da família. Vai servir para orientar e apoiar os pais a estimular seus filhos nas suas habilidades e competências, e até a superar problemas que essas crianças possam ter”, definiu o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra.

“Este programa dá oportunidade de intensificar ainda mais a atenção do poder público para essas crianças e suas famílias”, pontuou Waldez Góes.

 

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