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OLHO DE BOTO

Um homem foi executado a tiros na noite desta quinta-feira, 2, dentro de uma lanchonete na Avenida Santana, principal via de acesso ao centro comercial do município de Santana, e onde também ocorreu o desfile de blocos do carnaval.

Renato Tavares Galdino, de 26 anos, residia no Bairro do Paraíso e estava em uma mesa na companhia de um primo. Além dos atendentes da lanchonete, havia apenas mais uma pessoa em outra mesa.

Por volta das 20h, os primos foram surpreendidos por um homem usando um capacete de motociclista. Ele estava armado e iniciou uma sequência de disparos. Segundo testemunhas, foram pelo menos cinco tiros.  

“No momento em que começaram a efetuar os disparos, a vítima ainda correu para trás do quiosque, mas não teve êxito e foi atingida por vários disparos”, relatou o aspirante Claudionor Melo, do 4º Batalhão da Polícia Militar.

Vítima ainda tentou se esconder, mas foi atingida várias vezes. Fotos: Olho de Boto

Vítima ainda tentou se esconder, mas foi atingida várias vezes. Fotos: Olho de Boto

Crime ocorreu na principal avenida do Centro Comercial de Santana

Crime ocorreu na principal avenida do Centro Comercial de Santana

Depois do homicídio, o matador subiu na garupa de uma motocicleta que dava apoio e fugiu com o comparsa. As testemunhas não conseguiram anotar a placa, e souberam informar apenas a cor do veículo e do capacete.

Policiais militares colheram informações com testemunhas e outras pessoas que conheciam o rapaz, e descobriram que pelo menos 3 elementos teriam uma rixa com a vítima.

“Não podemos divulgar os nomes deles para não atrapalhar as diligências”, avisou o aspirante.  

Renato Galdino já havia sido preso em 2013 por porte ilegal de arma de fogo

Renato Galdino já havia sido preso em 2013 por porte ilegal de arma de fogo

Aspirante Claudionor: testemunhas não anotaram a placa

Aspirante Claudionor: testemunhas não anotaram a placa

Renato Galdino já tinha passagem pela polícia por porte ilegal de arma de fogo. Em 2013, ele foi preso com um revólver calibre 22. Nos últimos anos, a PM não teve registros de crimes atribuídos a ele. 

Nada foi levado do local e nem da vítima. Apesar de não se tratar de um assalto, a PM ainda não sabe precisar se o crime foi um acerto de contas ou uma execução encomendada.

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