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SELES NAFES

A secretária de Educação do Amapá, Goreth Souza, disse nesta quinta-feira, 16, que vai cobrar dos diretores das escolas que tiveram a rotina afetada pela paralisação de professores que seja feita a reposição de aulas o mais rápido possível.

De acordo com a Seed, das 68 escolas que tinham aderido parcialmente à paralisação no primeiro dia de movimento na quarta-feira (15), 61 delas permanecem na adesão. Ou seja, muitos professores decidiram suspender as atividades durante apenas um dia, seguindo o calendário nacional da categoria nos protestos contra a reforma da previdência.  

Essa postura vai contra a determinação do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação do Estado (Sinsepeap) que decidiu alongar a paralisação por mais 3 dias. 

“Continuamos num diálogo aberto por meio da Agenda do Servidor. O sindicato tem sido recebido permanentemente por mim e pela minha equipe. Decidimos respeitar a decisão da categoria, mas a nossa preocupação é com a garantia dos 200 dias letivos e 800 horas de aulas que os alunos têm direito”, ponderou a secretária.

Goreth Souza: 100% das contas de 2016 foram pagas. Foto: Arquivo/SELESNAFES.COM

Goreth Souza: 100% das contas de 2016 foram pagas. Foto: Arquivo/SELESNAFES.COM

De acordo com ela, por enquanto não haverá corte de pontos, mas a cobrança da reposição será feita imediatamente.

“Essa reposição tem que ser o mais rápido possível. O controle dos pontos é um direito do Estado que ainda não é organizado o suficiente para fazer. Então temos esse canal direto com os diretores para que eles possam nos ajudar com as informações e assim termos a garantia de efetividade dessas aulas para os alunos”, acrescentou.

Goreth Souza garantiu que os colégios estão com os caixas escolares regularizados, com repasses de merenda para 2 meses, recursos para manutenção e com professores em 100% das unidades.

“A grande maioria dos trabalhadores da educação trabalha com afinco e dedicação, e algumas medidas administrativas têm o objetivo de aperfeiçoar o sistema, como as escolas de ensino integral. Respeitamos as reivindicações, mas tenho que tomar as decisões. As escolas estão preparadas e as contas de 2016 estão 100% pagas”, assegurou.

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