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SELES NAFES

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a prisão do empresário Nilton Júnior e dos policiais militares Sandro Alex Sampaio de Oliveira e Marco Antônio Ferreira. Os três e mais o agente da Polícia Civil Décio dos Santos Farias, estavam recorrendo em liberdade das condenações por homicídio, sequestro e cárcere privado, num crime de morte ocorrido em 2003 em Macapá.

A determinação do Supremo foi expedida na semana passada, mas, por enquanto, apenas Sandro Alex Sampaio está preso. Ele se apresentou espontaneamente.

“O Marco Antônio Ferreira deverá ser apresentado nos próximos dias”, garantiu o advogado de defesa, Maurício Pereira.

O portal SELESNAFES.COM não conseguiu contato com os advogados dos demais réus. 

Inicialmente, eles foram acusados de integrar um suposto grupo de extermínio formado para matar criminosos que assaltavam postos de gasolina de Nilton Júnior, mas apenas um homicídio ficou comprovado, o de Alexandre Baía da Costa, então com 17 anos.

Segundo o Ministério Público do Estado, outros dois amigos da vítima foram sequestrados junto com ele para confessar o roubo a um dos postos do empresário, mas eles conseguiram escapar e denunciar o empresário e os policiais.

Os réus chegaram a ser julgados cinco vezes. Em 2016, eles foram condenados de novo, já que em 2010 a defesa conseguiu anular o último julgamento no STF. No julgamento de 2010, eles chegaram a ser condenados a penas entre 22 anos e 43 anos. 

“Eles percorreram todos os recursos possíveis, e infelizmente transitou em julgado”, explicou o advogado.

Um frentista acusado de participar dos crimes, também condenado, ainda aguarda julgamento do recurso.  O agente da Polícia Civil Décio Farias continua aguardando julgamento de recurso no Tribunal de Justiça do Amapá.

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