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OLHO DE BOTO

O Batalhão de Rádio Patrulhamento Motorizado (BRPM) voltou a prender um dos suspeitos do furto em uma grande loja de materiais de construção no Bairro Santa Rita, em Macapá. Ele havia sido solto na audiência de custódia, mas foi reapresentado na madrugada desta sexta-feira, 10, acusado de estar comercializando os smartphones furtados da loja. 

De acordo com a PM, Eliú Rosa da Silva, 25 anos, estava no Parque dos Buritis, por volta das 3h da madrugada, comercializando os celulares furtados da loja, que fica na Avenida Padre Júlio Maria Lombaerd com a Rua Paraná. 

“Tinha feito a prisão dele dias atrás. Eles foram apresentados, mas foram libertados na audiência de custódia. Contudo, recebemos uma denúncia de que havia um elemento comercializando aparelhos ainda desse furto”, relatou o capitão Max, do BRPM.

Capitão Max, do BRPM: cada um tem uma tarefa

Capitão Max, do BRPM: cada um tem uma tarefa

Ao chegar no local indicado na denúncia a anônima, a polícia encontrou dois suspeitos, Eliú e Eduardo Cavalcante dos Santos, de 21 anos, que estariam de posse dos aparelhos.

Eliú Silva é o mesmo que deu entrevista ao portal SELESNAFES.COM no dia da prisão do grupo acusado de furtar a loja. Ele se declarou pedreiro desempregado, e admitiu que aceitou R$ 1 mil para guardar os objetos furtados. O bando furtou celulares, notebooks e R$ 24 mil recuperados pela PM. 

“No dia dessa ocorrência, ele foi encontrado na casa da sogra dele com uma moto com a placa adulterada. Eles dividem as tarefas. Um furta, outro comercializa, outro guarda o dinheiro…”, comentou o capitão.

Celulares apresentados no Ciosp do Pacoval são da loja. Fotos: Olho de Boto

Celulares apresentados no Ciosp do Pacoval são da loja. Fotos: Olho de Boto

O advogado de defesa de Eliú Silva argumentou que os celulares apreendidos pela segunda vez não estavam com seu cliente.

“Além disso, o meu cliente ficou desaparecido durante pelo menos 3 horas, período entre a prisão dele e a apresentação no Ciosp do Pacoval”, disse o advogado.

Pablo Nery garantiu ainda que os policiais teriam destruído o interior da residência de seu cliente, causando sérios prejuízos à família dele.

“Já comunicamos o fato à corregedoria da PM, Ministério Público e polícia judiciária”, concluiu. 

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