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DA REDAÇÃO

Em quatro comunidades do arquipélago do Bailique, região ribeirinha que pertence a Macapá, a prefeitura da capital trabalha na construção de passarelas de concreto. Os serviços já foram concluídos na Vila Macedônia. Para a realização da obra, o município conta com técnicos da área e com a ajuda de moradores. 

Ao todo, a obra conta com 600 metros de passarela na Vila Macedônia, 200 na comunidade do Jaranduba, 100 no Igarapé do Meio e 100 metros na comunidade de Aparecida.

As passarelas estão orçadas no valor de R$ 737,8 mil e está sendo executada com recursos de emenda parlamentar da ex-deputada federal Fátima Pelaes.

Via de concreto era reivindicação da comunidade. Fotos: Ascom PMM/divulgação

Via de concreto era reivindicação da comunidade. Fotos: Ascom PMM/divulgação

De acordo com o presidente da Associação dos Produtores dos Agroextrativistas da Ilha do Brigue, Elias Barbosa, a construção de vias de concreto nas comunidades era uma reivindicação antiga dos moradores.

“Nossa comunidade sofre bastante com as pontes de madeira, que, além de se desgastarem rapidamente devido à força da maré, precisavam ser reconstruídas constantemente”, explicou Barbosa.

Seu Firmino Vilhena, um dos moradores mais antigos da Vila Macedônia, acredita que a nova passarela proporciona mais segurança.

“Agora não temos mais preocupação de caminhar por aqui. Com a antiga ponte, diariamente aconteciam pequenos acidentes. Agora não, com a passarela de concreto, ficamos mais tranquilos e seguros”, disse.

O Arquipélago do Bailique é composto por oito ilhas (Bailique, Brigue, Curuá, Faustino, Franco, Igarapé do Meio, Marinheiro e Parazinho). Nelas, residem cerca de 7 mil habitantes distribuídos em pouco mais de 40 comunidades, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Fica localizado a 185 km da capital Macapá, com acesso pelo Rio Amazonas.

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