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COLUNA EM OFF, por SELES NAFES

Dedo na cara

A citação de uma possível doação da Odebrecht para a campanha do prefeito de Clécio Luis na campanha de 2012 foi munição para troca de farpas entre os deputados estaduais Marília Góes (PDT) e Paulo Lemos (PSOL) na sessão desta terça-feira, 18. Clécio concorreu pelo PSOL naquele ano.

Dedo na cara II

Marília Góes disse que o grupo do PSOL gosta de apontar o dedo, mas também teve o nome envolvido em delação da Odebrecht. “São os probos”, alfinetou, ela. Lemos pediu a palavra e rebateu lembrando que a Alap não tem aprovado os pedidos de autorização do STJ para processar o governador Waldez Góes.

Dedo na cara III

E por falar na suposta doação de R$ 450 mil (pedido de investigação está no TRF), senador Randolfe Rodrigues voltou a afirmar em sua conta no Twitter que vai responder com ações penais afirmações de que negociou o suposto apoio da empreiteira à campanha do companheiro Clécio.

Sufoco na BR

A situação do trecho norte da BR-156 chegou a um ponto crítico. Na tarde desta terça-feira, 18, passageiros evangélicos de um ônibus estavam havia quase 20 horas no mesmo atoleiro na região do Cassiporé. Crianças e mulheres estavam com sede e fome.

Sufoco na BR II

O Dnit, responsável pelo trecho, está com apenas um trator dando apoio aos motoristas nos 110 quilômetros de lama e atoleiros até Oiapoque. O Dnit é controlado politicamente pelo PR, do deputado federal Vinícius Gurgel.

Indefinições

Lucas Barreto, apesar da tendência de retorno ao partido de Roberto Jeferson, continua sem partido. Ainda não decidiu se embarca mesmo no PTB. Jeferson já disse a Lucas que ele poderá se candidatar para o cargo que quiser na legenda.

Indefinições II

Enquanto isso, Fábio Renato está quase com um pé no PV. Contudo, segue filiado ao PSDB. Idealista e um estudioso quando o assunto é economia, o dono da Você Telecom só vai se candidatar ao Senado se tiver uma legenda que garanta desde já o espaço necessário. Independentemente disso, vem se preparando.

Moisés em casa

Há quem aposte que Moisés Souza não volta mais para o Iapen, depois que o Tribunal de Justiça determinou nesta terça-feira, 18, sua prisão domiciliar. Contudo, existem outras ações penais em tramitação no Tjap. 

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