Compartilhe

De Oiapoque, HUMBERTO BAÍA

O carioca Charles Corrêa, de 44 anos, escolheu Oiapoque, no extremo Norte do Brasil, como a segunda “terra natal”. Aos 44 anos, seis deles como delegado da Polícia Civil na fronteira com a Guiana Francesa, ele teve o empenho reconhecido esta semana com uma condecoração do Estado. Além dele, o delegado Fábio Araújo também recebeu a honraria.

Corrêa conseguiu notoriedade por ser um policial operacional. Carrega consigo uma inseparável submetralhadora e está sempre organizando operações no combate ao tráfico de drogas, homicídios e outros crimes.

Delegado Charles Corrêa recebeu a Medalha José Pessoa

Delegado Charles Corrêa recebeu a Medalha José Pessoa

Já fez dezenas de prisões, graças ao apoio de policiais militares, federais e rodoviários que, para suprir o baixo efetivo, costumam se apoiar na fronteira.  

“Fazemos um trabalho de inteligência da Polícia Civil na hora de aplicar a lei”.

E vive em um paradoxo entre o apoio da população e o ódio dos criminosos. Já chegou a ser ameaçado de morte por bandidos na cidade, mas não se intimida.

“Minha motivação é fazer sempre o bem e trabalhar pela sociedade”, receita.

Cerca de 70 policiais e militares participaram da operação. Fotos cedidas pela Polícia Civil

Operações com a ajuda de policiais de outras instituições

Delegado Charle Corrêa e equipe à espera do coiote. Fotos: Polícia Civil

Delegado Charle Corrêa e equipe à espera de coiote. Fotos: Polícia Civil

 

Nesta semana, o delegado recebeu a Medalha do Mérito Tenente José Alves Pessoa, que reconhece o empenho e dedicação, os serviços prestados à comunidade civil e militar, e enaltece a instituição perante a sociedade amapaense.

A cerimônia aconteceu no Comando da Polícia Militar. A medalha foi entregue pelo vice-governador do Estado, Papaléo Paes.

“Para mim é uma honra, mas queria dividir com meus amigos de luta e funcionários do Ciosp de Oiapoque”, homenageou.

Compartilhe