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DA REDAÇÃO

O Governo do Estado do Amapá (GEA) anunciou, no início da tarde desta quarta-feira (26) o afastamento preventivo e imediato dos servidores do Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do Amapá (Imap) envolvidos no esquema de transferência de créditos falsos para madeireiras.

Em nota, o GEA informou que além do afastamento, mandou abrir processo de sindicância para apuração de responsabilidades, com a participação da Controladoria Geral do Estado e Procuradoria Geral do Estado. As empresas investigadas também, de acordo com a nota, têm suas licenças suspensas imediatamente. 

A Polícia Federal e o Ministério Público deflagraram na manhã desta quarta-feira (26) as operações Pantalassa e Quantum Depeartur. 

Foram expedidos 20 mandados de condução coercitiva, 16 de busca e apreensão e uma prisão preventiva nas cidades de Macapá, Santana, Porto Grande e Pedra Branca do Amapari.

A operação Quantum Debeatur investiga a participação de funcionários do Imap “na concessão e transferência de créditos florestais indevidos para empresas madeireiras. Já a Operação Pantalassa investiga a exploração ilegal de madeira supostamente comandada pela empresa Pangea Mineração.

Posição do GEA

Segundo o governo, o Imap vem implantando ações mais efetivas de controle interno, e novos procedimentos de normatização e execução dos processos de licenciamento, monitoramento e fiscalização estão sendo priorizadas pela administração do órgão.

O GEA diz ainda estar contribuindo para a elucidação dos fatos e afirma estar à disposição das investigações.

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