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DA REDAÇÃO

O portal SELESNAFES.COM apurou com fontes não oficiais que o governo do Estado já desconfiava do que estava ocorrendo dentro do Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do Amapá (Imap), um dos alvos das operações da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (26).

Procedimentos administrativos internos investigavam a participação de funcionários num esquema de “legalização” de madeira extraída de assentamentos rurais no interior do Amapá.

As provas colhidas nos procedimentos administrativos serão repassadas para a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, que deflagraram as operações Pantalassa e Quantum Depeartur, que resultaram no cumprimento de 20 mandados de condução e um de prisão preventiva, além de 17 mandados de busca e apreensão em empresas, residências e no próprio Imap.

Sede do Imap: provas colhidas nos procedimentos internos serão repassadas para a PF. Foto: Olho de Boto

A troca do comando do Imap, aliás, também teria sido motivada pela descoberta das irregularidades. A situação teria desgastado a permanência de Luis Henrique na presidência do órgão. Na última segunda-feira (24) ele foi substituído por Bertholdo Dewes por decisão do governador Waldez Góes (PDT).

O governo do Estado ainda não se manifestou oficialmente sobre as operações da Polícia Federal.

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