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WASHINGTON PICANÇO

No início do século XIX, a mulher quase não contava com direitos consolidados em sociedade. Aquelas que pretendiam estudar eram malvistas e o faziam sem saber se conseguiriam exercer a profissão.

Neste sentido, rememoramos a brilhante história de Myrthes Gomes de Campos, a primeira mulher a exercer a advocacia no Brasil.

Desmistificando o conceito de que o ofício era privilégio dos homens, Myrthes enfrentou preconceitos e foi pioneira na luta pelos direitos femininos, como o exercício da advocacia pela mulher, o voto feminino e a defesa da emancipação jurídica feminina.

Além de funcionária da Justiça, ela foi também a primeira mulher advogada a ingressar no antigo Instituto da Ordem dos Advogados do Brasil, atual Instituto dos Advogados do Brasil.

No Amapá, a memória da atuação das mulheres na advocacia me remete ao reconhecimento e deferência àquelas que brilharam com galhardia, competência e elevado conhecimento jurídico no Plenário do Júri realizando grandes defesas e merecem, um memória, aplausos e congratulações pelo dinamismo no exercício da advocacia criminalista. Hoje as homenagens são pra duas estrelas imortais que deixaram marcadas na memória e na inspiração da arte de falar na tribuna, ou seja, doutoras Tania Camarão e Elva Gomes estão imortalizadas para os que labutam no Júri.

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