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ANDRÉ SILVA

Uma mulher oferecia pelas redes sociais um espaço público que serve como ponto de venda de batata frita no complexo Beira Rio, na orla de Macapá. Pelo espaço, com pouco mais de 2 metros quadrados, ela cobrava a quantia de R$ 3,5 mil. Depois que o negócio foi descoberto pelas autoridades do Município, ela desistiu da venda.

Não se sabe ao certo quando a mensagem foi postada. Pelo Facebook, a vendedora identificada por Rosy Martins postou uma foto do lugar e o valor que estaria cobrando por ele.

A produção do portal SELESNAFES.COM entrou em contato pelo número de telefone celular que a vendedora disponibilizou no anúncio. Quem atendeu a chamada foi uma pessoa que se identificou como sendo irmã da vendedora.

Espaços reservados para venda de alimentos e bebidas na praça são públicos. Foto: arquivo/SELESNAFES.COM

Ela disse que a irmã já teria desistido da venda, pois já havia causado muitos problemas para ela por se tratar de um espaço que não pode ser negociado.

“Ela já desistiu de vender. O ponto não é dela e ela não vai mais negociar. Isso já deu muito problema porque o ponto não pode ser vendido”, relatou.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Semdec), que trabalha em parceria com os microempreendedores do local, esteve na tarde de terça  (9) na Praça do Coco e comprovou a denúncia e acabou identificando outros problemas. Havia empreendedores que possuíam mais de um carrinho no local.

A Secretaria de Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (Semduh), que libera o uso da via, informou que a vendedora  do ponto já foi notificada e irá responder administrativamente pelo ato.

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