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DA REDAÇÃO

Quem mora no bairro Paraíso, em Santana, segundo mais populoso município do Amapá, sente a angústia do descaso. Na Rua Deodoro da Fonseca, a buraqueira toma conta de um lado a outro da via. A cena é de destruição.

Além de prejudicar a rotina de estudantes, a buraqueira tem garantido prejuízos à comerciantes da região, como é o caso do empresário André Melo, dono de uma vidraçaria. Ele conta que o seu faturamento na loja caiu 30% nos últimos 5 anos.

Todo cuidado é pouco com os veículos nas ruas esburacadas. Fotos: reprodução

Rua 15 de novembro está intrafegável

“Aqui nunca mais teve nem recapeamento. O pessoal pra vim na loja, pensa duas vezes. Os clientes reclamam da buraqueira, lama e no verão a poeira. O pessoal só vem quando é necessário”, reclamou o empresário.

A última vez que a Rua Deodoro da Fonseca recebeu manutenção foi há 16 anos. A via não possui sinalização sequer vertical.

Na avenida 15 de novembro a situação é a mesma. A buraqueira causa prejuízos aos motoristas. A suspensão dos carros não aguenta o impacto das quedas em meio as crateras. Nessas duas vias, o número de comércios é grande. O fluxo de veículos e de pessoas é intenso.

André Melo: faturamento caiu 30%

O secretário de Obras de Santana, Juscelino Alves, informou que a compra de mais asfalto para o Município está na fase de licitação.

“A Prefeitura está resolvendo a parte de licitação de asfalto. O governo do Estado que é parceiro não pôde mais comprar o produto da Petrobras e também está fazendo licitação para comprar esse produto que produz o asfalto. Nossa intenção é retomar o recapeamento das ruas até 15 de julho”, informou o secretário Juscelino Alves. 

Rua Deodoro da Fonseca

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