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OLHO DE BOTO

A Polícia Civil realizou na tarde desta segunda-feira (12), no Centro, a prisão de três pessoas envolvidas num esquema de tráfico de drogas que teve como origem a cidade de Campo Grande (MT). O destino era Macapá e outras cidades brasileiras.

De acordo com a polícia, uma mulher transportou até Macapá, de avião, aproximadamente 15 quilos de maconha. A droga foi guardada em uma mala e em tabletes e pacotes pré-embalados, antes de ser entregue a dois traficantes.

Mayara Santos, de 25 anos, estava em um hotel no centro da cidade e foi localizada por volta das 12h e interceptada pela equipe da Polícia Civil. Ela havia entregado as drogas para Leandro Juvenal dos Santos Guimarães Cavalcante, de 21 anos, e Janderson Willian Costa Amaral, de 19 anos.

Em depoimento, a mulher disse que fez o transporte da maconha em troca do pagamento de R$ 3 mil que receberia ao retornar para o Mato Grosso, ainda hoje.

Mala e substância apreendida em grande quantidade. Fotos: Olho de Boto

Segundo o delegado Sidney Leite, a ação ousada da jovem ocorre por conta do sistema de fiscalização nos aeroportos ter falhas que precisam ser corrigidas.

“Temos conhecimento de drogas que são trazidas em malas e aviões sem nenhum problema, não tem equipamento de segurança suficiente para interceptar essas mercadorias. Isso com certeza vem ocorrendo em outros casos”, disse o delegado.

Receptores da droga operavam venda no centro de Macapá

O policial comentou também que os infratores presos de Macapá operavam a comercialização das drogas de uma residência localizada no Centro. Ao chegar no local para efetuar a prisão em flagrante da dupla, foi encontrado ainda com eles uma pistola 380.

A operação foi uma parceria da Delegacia  de Tóxicos e Entorpecentes da Polícia Civil com o Centro Integrado de Operações (Ciop) da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e o Batalhão de Rádio Patrulhamento da Polícia Militar (BRPM).

Os três foram presos e encaminhados para o Ciosp do Pacoval. Eles ficarão à disposição da Justiça.

Delegado Sidney Leite: esquema ocorre por problema na fiscalização dos aeroportos

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