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DA REDAÇÃO

A Delegacia de Homicídios passou a manhã desta terça-feira (6) ouvindo pessoas que estavam na festa rave onde um jovem de 22 anos passou mal, e mais tarde morreu no Hospital de Emergência de Macapá. O delegado que investiga o caso, Ronaldo Coelho, tem encontrado dificuldades para tomar depoimentos espontâneos a respeito do caso.

Nesta quarta-feira (7), o delegado vai ouvir a pessoa que organizou a festa.

“Amigo nenhum apareceu para depor. Tivemos que mandar chamar, intimar. Parece que só a família, polícia e a imprensa têm demonstrado interesse em ver o caso esclarecido”, criticou.

Apesar das especulações, especialmente nas redes sociais, sobre o motivo da morte, o atestado de óbito do rapaz não esclarece a causa da morte. O resultado é “inconclusivo”.

Delegado Ronaldo Coelho: depoimentos após intimações. Foto: Olho de Boto

O delegado Ronaldo Coelho não quis adiantar o conteúdo dos depoimentos, mas informou que várias raves já foram realizadas no mesmo sítio, localizado na Rodovia AP-440, próximo da BR-210.

O estudante de relações exteriores da Unifap, Jeferson de Souza Medeiros, segundo amigos, passou mal na madrugada de domingo (4) ainda dentro da festa que começou na noite de sábado. Ele morreu no HE após várias paradas cardíacas.

A festa teria ocorrido de forma regular, apesar da poluição sonora ter provocado revolta nos proprietários de sítios vizinhos que chegaram a ligar para o Batalhão Ambiental. As informações são de que o evento tinha alvará do Corpo de Bombeiros e da própria Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).  

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