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De Oiapoque, HUMBERTO BAÍA

O portal SELESNAFES.COM conversou na sexta-feira (16) com o engenheiro Cristian Magagrism Joaquim (direita foto de capa), da empresa Paleta, responsável pela obra no pátio aduaneiro brasileiro da Ponte Binacional, em Oiapoque.

Sobre a morte do operário, João Paulo Anika, dentro de uma máquina, ele afirma que a empresa cumpriu todas as exigências estabelecidas sobre segurança do trabalho e que o fato foi um acidente.

O engenheiro disse também que o outro operário está sofrendo com a morte do amigo e não sofrerá nenhuma punição.

“O homem está sendo assistido por um psicólogo, assim como a família da vítima está recebendo o apoio necessário”, explicou.

Local onde copo do operário foi encontrado. Foto: reprodução

Joaquim confirmou ainda que todos os trabalhadores estão registrados e com seguro.

Empresa diz que é o primeiro acidente fatal

Já o advogado da empresa, Reinaldo Soares (esquerda na foto de capa), comentou que é a primeira vez que acontece um acidente do tipo entre seus trabalhadores. 

“Nossa empresa já está há muito tempo no Amapá e essa foi a primeira vez que tivemos um acidente com vítima fatal”, disse.

Entenda o caso

Um acidente  na obra aduaneira brasileira da Ponte Binacional vitimou o operário João Paulo Anika, de 29 anos, da empresa Paleta, no fim da tarde da última quinta-feira (15).

Ele e um colega de trabalho estavam fazendo a limpeza de uma máquina  (misturador) e iriam encerrar o turno quando, em um lapso de desatenção, o amigo acidentalmente ligou o misturador, causando a morte de Anika no local.

O corpo do operário foi levado para ser sepultado na Aldeia Manga, a 30 quilômetros de Oiapoque.

 

Foto de capa: Humberto Baía

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