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CÁSSIA LIMA

Com a presença de professores, coordenadores e diretores de escolas públicas, o Ministério da Educação (MEC) começou a discutir a reforma do ensino médio no Amapá na manhã desta quarta-feira (28). Durante o evento no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço, o Ministério Público do Amapá fez observações quanto a nova metodologia do ensino.
O tema foi discutido no seminário com o tema: “Ensino médio: os desafios da flexibilização curricular a partir da Lei 13.415/2017”. 
De acordo com a nova metodologia, a carga horária mínima anual do ensino médio amplia, progressivamente, para 1,4 mil horas. As disciplinas de língua portuguesa e matemática são obrigatórios nos três anos do ensino médio. A lei também torna obrigatório o ensino da língua inglesa a partir do 6º ano do ensino fundamental e nos currículos do ensino médio, facultando neste o oferecimento de outros idiomas, preferencialmente o espanhol.

Wisley João Ribeiro: início de diálogo com educadores do Amapá. Fotos: Cássia Lima

 “Nós vamos dialogar sobre o novo ensino, mas também queremos saber sobre a estrutura das escolas que é precária. Assim como capacitação dos professores e merenda escolar de qualidade”, ressaltou o procurar geral do Ministério Público do Amapá, Roberto Álvares.
Com a reforma do ensino médio, os alunos terão autonomia nos sistemas de ensino para definir a organização das áreas de conhecimento, as competências, habilidades e expectativas de aprendizagem definidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). 

Roberto Álvares: debater o novo ensino médio e a situação das escolas

 “Hoje estamos aqui para ouvir os representantes. Vamos esclarecer a lei e procurar sanar as dúvidas. Não vamos chegar com uma fórmula pronta. Esse é o início de uma longa conversa com os educadores”, destacou o Coordenador geral do ensino médio do MEC, Wisley João Pereira.
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